Júnior Ramires aborda o avanço da silvicultura em Mato Grosso do Sul e os impactos da inovação tecnológica no setor florestal

O presidente da Reflore-MS, Júnior Ramires, publicou na edição de setembro–novembro de 2026 da Revista Opiniões o artigo intitulado “A fronteira invisível: por que Mato Grosso do Sul virou o laboratório da nova silvicultura tropical”. A edição tem como tema “Inovação Tecnológica na Engenharia Florestal”.
No artigo, Ramires analisa a evolução da atividade florestal em Mato Grosso do Sul e destaca o protagonismo que o Estado vem assumindo no desenvolvimento de uma nova geração da silvicultura tropical. Para o presidente da Reflore-MS, a transformação do setor está relacionada à combinação entre conhecimento técnico, inovação e novas tecnologias.
Entre os avanços destacados estão o melhoramento genético, a clonagem de indivíduos adaptados às condições do Cerrado e o desenvolvimento de protocolos de manejo cada vez mais precisos. Segundo Ramires, essas ferramentas contribuíram para transformar a floresta plantada em um sistema de produção baseado em monitoramento, mensuração e análise de dados.
Novas fronteiras da silvicultura
Outro ponto abordado no artigo é a expansão da atividade florestal sobre áreas já antropizadas, incluindo solos anteriormente considerados de baixa aptidão para a agricultura tradicional.
Ramires destaca que os solos arenosos, como os neossolos quartzarênicos, passaram a representar uma nova fronteira de produção e geração de valor para a atividade florestal, sem avanço sobre áreas de vegetação nativa e de reserva legal.
O artigo também aborda os avanços relacionados à prevenção e ao combate aos incêndios florestais. Nesse contexto, o presidente da Reflore-MS destaca a atuação integrada do setor, com o uso de tecnologias de monitoramento, torres de monitoramento, centros de operação, aeronaves, maquinário e protocolos de ajuda mútua entre empresas.
Tecnologia, dados e inteligência artificial
A inovação tecnológica também aparece como elemento central na discussão sobre o futuro da atividade florestal. O artigo destaca o crescimento do uso de sensoriamento remoto, inteligência artificial e plataformas de dados aplicadas ao inventário, ao planejamento e ao manejo florestal.
Entre as novas possibilidades estão soluções capazes de apoiar a previsão de produtividade, otimizar processos logísticos e ampliar a capacidade de mensuração e valoração dos serviços ambientais proporcionados pelas florestas plantadas.
Para Ramires, esse cenário também transforma o perfil dos profissionais que atuarão no setor.
“O profissional florestal do futuro é tão fluente em biologia quanto em algoritmos, tão à vontade no viveiro quanto diante de uma base de dados.”
A reflexão reforça a necessidade de profissionais preparados para integrar conhecimento técnico, tecnologia e visão empreendedora diante das novas demandas da engenharia florestal.
Leia o artigo completo
O artigo de Júnior Ramires está disponível na edição de setembro–novembro de 2026 da Revista Opiniões.
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📄 Artigo do presidente da Reflore-MS:
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Crédito: Reflore-MS.